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Após confusão na última partida, Rafinha pede “cabeça boa” do Vitória por reação na Série C

Após a confusão no empate contra o Atlético-CE, que resultou em expulsões e multa, o Vitória vai enfrentar o Botafogo-SP, neste domingo, às 17h (de Brasília), no Barradão, com vários desfalques. Então, nada melhor que manter a cabeça boa para buscar a reação na Série C. É desta maneira que o atacante Rafinha, principal jogador da equipe na competição, enxerga o atual momento.

– Foi um episódio triste que ocorreu. Mas a gente conversou, se acertou. Esperamos que não aconteça mais. Infelizmente acabou acontecendo. Agora é ter cabeça boa. A gente sabe que tem totais condições de buscar nossos objetivos. Agora é manter os nervos mais tranquilos para fazer um bom jogo e voltar a vencer.

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Com 11 pontos, no 13º lugar, o Rubro-Negro está apenas um ponto à frente do Z-4. Além disso, o time completou metade da primeira fase da competição sem saber o que é figurar entre os oito primeiros colocados. Por isso, Rafinha reiterou, na coletiva desta terça-feira, que a equipe precisa ter tranquilidade.

– A gente está usando a camisa do Vitória, é um time grande. A gente sabe dos tempos difíceis que o Vitória vem passando, a gente sente na pele, fica ansioso, nervoso, mas a gente tem que saber separar isso. Nos jogos temos que estar com a cabeça focada para não acontecer o que aconteceu. Temos que manter a tranquilidade. Já conversamos. Infelizmente já foi. Agora é manter a cabeça focada para alcançar os objetivos.

Para vencer a próxima partida e reagir na competição, o Vitória precisa da boa pontaria de Rafinha. Artilheiro do Rubro-Negro na Série C, o atacante marcou quatro gols em cinco jogos.

– Vim trabalhando forte. Quando o Vitória fez o convite, foi uma honra vestir essa camisa. Graças a Deus as coisas estão acontecendo, é fruto do trabalho. Temos que ter mais tranquilidade na hora do último passe, na hora de fazer o gol. Isso a gente constrói nos treinamentos. Temos que ter cabeça fria para aproveitar as oportunidades e fazer os gols.

Meta é o G-8
Rafinha garante que ainda dá para buscar o acesso para a Segundona, mesmo com a distância de cinco pontos para o G-8. A partir de agora, segundo o atacante, o time baiano vai encarar cada partida como se fosse uma decisão.

– A gente sabe da nossa capacidade, como falei. A gente sabe da nossa força. Vitória é um time grande. A gente nunca pode pensar que está morto. A camisa do Vitória não merece isso. Temos totais condições de buscar a classificação e pensar no acesso. Cada jogo vai ser uma final. Vamos focar neste domingo para voltar a vencer, voltar a somar pontos. Isso é importante para a gente ficar mais próximo da parte de cima. Continuar trabalhando, firme e em silêncio para voltar a vencer e colocar o Vitória onde ele merece.

Vitória e Botafogo-SP se enfrentam neste domingo, às 17h (de Brasília), no Estádio Manoel Barradas, em Salvador. A partida é válida pela 11ª rodada da Série C.

Veja mais trechos da coletiva de Rafinha
Instabilidade do Vitória na Série C
– A gente tem que trabalhar firme, continuar trabalhando. Infelizmente, nesses últimos jogos, não conseguimos os resultados que queríamos. A gente ficou muito chateado. Mas não podemos baixar a guarda, é continuar trabalhando e pensar que ainda dá. A gente sabe da nossa qualidade, da força da nossa torcida, que vem nos apoiando para que a gente consiga dar alegria para eles e para a gente, que vem trabalhando e merece isso.

Renovação com o Vitória
– Ainda não pensei nisso. Claro que a gente tem que trabalhar firme para buscar algo a mais na nossa vida. Claro que se chamar para renovar, vou ficar feliz, a gente vai conversar. Dependendo de mim, a gente fica. Mas isso fica mais para frente. Primeiro precisamos focar nos objetivos, na competição, pensar jogo a jogo. Isso vem no decorrer do tempo. Continuar trabalhando firme para que as coisas aconteçam e deixar nas mãos de Deus, ele sabe o que é melhor para nós.

Vaias após perda do pênalti contra o Volta Redonda
– Quando errei o pênalti, fiquei muito triste. Fiquei com vontade de me vaiar também. Mas faz parte. Claro que queria ter feito o gol, infelizmente acabei errando. A torcida está no direito dela, lotou o estádio, nos apoiou até o fim. Como errei o pênalti, logicamente ia me vaiar. Nunca me deixei abater pelos meus erros. Nem pelas vaias nem pelos elogios. Não posso me deixar parar quando me elogiam ou quando me vaiam. Tenho que trabalhar firme e pensar na frente.